quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

SOCORRO CAVALCANTI É HOMENAGEADA PELO FOCUS PORTAL CULTURAL.

 
 
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FOCUS PORTAL CULTURAL, há 7 anos, tem os olhos voltados à arte literária fluminense e brasileira, não poderia deixar de prestar a honrosa homenagem à escritora e acadêmica Socorro Cavalcanti. Clicar no link, para assistir nosso tributo a esta escritora e acadêmica, pelo seu vigor literário e trabalho em prol da cultura brasileira.
 
 
 
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Maria do Socorro Cavalcanti é norte-rio-grandense, radicada em Fortaleza - CE. Assistente Social formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte; lecionou na Universidade Regional do Rio Grande do Norte - URN e atualmente é aposentada. Sócia Efetiva de 22 Academias de Letras, sendo 3 sediadas no exterior.
 
Embaixadora da Divine Académie Française des Arts Lettres et Culture; Presidente de Honra da Academia Feminina de Letras e Artes Mossoroense; Vice-Presidente da Academia de Letras e Artes do Ceará – ALACE. É detentora da maior comenda da ALACE, a medalha “Reginaldo Vasconcelos de Athayde”.
 
Editou 8 livros/plaquetas, 4 de cunho acadêmico, solicitados pela URN, FUNABEM e UNICEF. Lançou 2, de cunho literário, em Paris e Lisboa. Coautora de 14 coletâneas, sendo 5 no exterior. Organizou a Coletânea bilíngue Português/Francês, Ceará en Scène, lançada em Paris e idealizou a Coletânea Literária Integração Cultural Interestadual, lançada em Fortaleza-CE e Mossoró-RN.
 
Conquistou 7 troféus: Cecília Meireles; Carlos Drummond de Andrade; Imprensa Sem Fronteiras - Categoria Autoridade; Prêmio Excelência Cultural ABD; Destaque poético 2014 – ALAF; Art and Educacion Austrain, em Viena-Áustria e Imprensa Sem Fronteiras - Parceira Oficial. Recebeu11 menções honrosas de Academias de Letras, sediadas no Brasil.
 
Conta com textos publicados em 6 Revistas e Jornais da Federação Brasileira. Editora das Revistas “Mulheres & Letras” e “AFLAM em Revista”. Coordenadora do site/blog da ALACE. Exerceu, por dois mandatos, o cargo de Vice-Diretora da Faculdade de Serviço Social.
 
Foi homenageada pela URN com seu nome na Sala da Pró-Reitoria de Extensão e recebeu a medalha Mérito Universitário da Faculdade de Serviço de Mossoró-RN.

 

 
Socorro Cavalcanti ladeada do Padre Sátiro Cavalcanti Dantas, a história os uniu para fazerem algo em prol da terra de Santa Luzia, por isso, conta sempre essa história com muita satisfação e abençoado orgulho. A autora o conheceu em sua adolescência e o procurava quando tinha problemas...

Conta que foi ao se formar em Serviço Social, em Natal-RN, na UFRN, voltou... para Mossoró e se encontram na Fundação Universidade Regional do Rio Grande do Norte (FURN), como Professores da Universidade Regional do Rio Grande do Norte, quando também lecionou na Faculdade de Ciências Sociais que o tinha como Diretor. 

No CEMIC, órgão suplementar da FURN, resultante do convênio com o UNICEF e a FUNABEM, em que a acadêmica coordenava,  era um dos assessores que  a primava pelo trabalho. 

Depois foi transferida, pelo UNICEF, para Recife e só voltaram a se ver em 2004, quando ele colocou à disposição o Colégio Santa Luzia, para juntamente, com Luiz Carlos Simões Mendes, levar ao conhecimento dos Mossoroenses um pouco da história de Dom Eliseu Simões Mendes, o 3º Bispo de Mossoró. 

Foi aí, então, que o pároco a convenceu a escrever, juntamente, com o Luiz Carlos, a vida e obra de Dom Eliseu Simões Mendes. Resultado: o livro foi lançado na festa de Santa Luzia, Padroeira de Mossoró, no dia 03.12. 2005, no adro da nossa Catedral. 

No dia seguinte, estavam em Assu, lançando a obra, na praça que fora construído e erguido o monumento de Dom Eliseu, pelo Prefeito Ronaldo Soares, para serem inaugurados no ato do lançamento do Livro denominado DOM ELISEU SIMÕES MENDES - RESGATE DE UMA HISTÓRIA.

De lá para cá, sempre se encontram em algumas solenidades literárias, e ao se candidatar para uma Cadeira na AMOL, ao procura-lo recebeu, além do voto, a orientação necessária - a assessoria para o eventuais procedimentos e afazeres corretos.

A escritora afirma que ao vê-lo ali presente, na solenidade que tomou posse na Cadeira 18 da AMOL, foi muito emocionante, muito mesmo, e  agradece ao Pai Protetor, que o enviou, desta feita, para a orientar na caminhada, que oficialmente, começou no dia – 28 de agosto de2015!
 
 
Capa do livro: RESGATE DE UMA ÉPOCA
DOM ELISEU SIMÕES MENDES.
 
 
 
 
 ALGUMAS FOTOS
 
 
 

Socorro Cavalcanti ladeada de Dyandreia Portugal
e Jussara Valverde em evento em Mossoró-RN.
 
Acadêmica Socorro Cavalcanti (blusa verde)
com amigas acadêmicas.

Socorro Cavalcanti com caravana de acadêmicas
do Jornal Sem Fronteiras.

Socorro Cavalcanti (blusa listada de preto +vermelho)

Acadêmica Socorro Cavalcanti em encontro
na Academia do Ceará.

Socorro Cavalcanti em palestra.

Socorro Cavalcanti e evento da Folha Cultural.



Socorro Cavalcanti posa ao lado
do santuário de Santa Rita de Cássia.

 
 

 
 
ALGUNS LIVROS E PARTICIPAÇÕES
 











 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

PONTOS DE CULTURA DE NITERÓI INICIAM AS ATIVIDADES.

 
 
 
 

A diretora da FAN, Roberta Martins, fala com os representantes dos Pontos de Cultura de Niterói
 
 
 
 
A Secretaria Municipal de Cultura/FAN, por meio da Rede Cultura Viva Niterói, em encontro realizado na tarde desta terça-feira (17.01), no MACQUINHO, no Morro do Palácio, apresentou oficialmente, os cinco pontos e o pontão de cultura que foram selecionados para receber recursos a fim de desenvolver as suas atividades ao longo do ano de 2018. 


 
 
 
O Secretário municipal de Cultura, Marcos Gomes, deu boas vindas aos presentes e destacou a lisura e transparência do processo para a seleção de cada um dos Pontos de Cultura de Niterói. “O Edital contou com uma banca totalmente independente, que levou em conta o mérito, o trabalho, a relação com a arte e a comunidade de cada um dos selecionados”, afirmou. 
 
De acordo com o Secretário, o Cultura Viva terá, em Niterói, um trabalho contínuo, fazendo parte de uma política de governo e de cidade. Gomes ressaltou ainda a importância do diálogo entre o poder executivo e os fazedores de cultura do município, fortalecendo cada vez mais o setor cultural em Niterói. 
 
Os Pontos de Cultura escolhidos são: Memória e Fotografia Pública: preservação e disponibilização do acervo histórico da Sociedade Fluminense de Fotografia; Din.Down.Down - Gingas Acessíveis; Olodu’mirim; Ponto Vivo; e Ponto de Cultura Tradicional do Quilombo do Grotão. E a MostrARTE Niterói é o Pontão de Cultura. 
 
Cada Ponto de Cultura receberá o apoio de R$ 60 mil e o Pontão de Cultura receberá o aporte de R$ 150 mil, a serem investidos em 2018. A utilização dos recursos potencializará as ações dos projetos selecionados, contribuindo para a sua sustentabilidade, crescimento e visibilidade. 
 
Para a diretora de Cidadania, Diversidade e Territórios da Fundação de Arte de Niterói, Roberta Martins, é muito importante um trabalho integrado entre os Pontos de Cultura. "Nosso objetivo não é apenas fomentar o trabalho de cada um individualmente, ações essas que já são sólidas, mas sim fortalecer uma rede de cidadania, que irá fortalecer outros fazedores de cultura na cidade", disse Martins. 
 
Já Verônica Nascimento, Superintendente dos Pontos de Cultura do Estado do RJ, afirmou que a troca de experiências entre os projetos selecionados é fundamental. "Dialoguem, construam um calendário de conversa, um intercâmbio entre os trabalhos de vocês, assim vamos fortalecer a rede Cultura Viva", destacou. 
 
Durante o encontro, cada um dos pontos vencedores do Edital apresentou o seu grupo cultural e sua proposta de trabalho que será realizada com o recurso do convênio. 
 
Para Renato da Costa, o Renatão, responsável pelo Quilombo do Grotão, ser um ponto de Cultura vai, acima de tudo, trazer visibilidade ao trabalho que todos os selecionados já desenvolvem. "De portas abertas, o Quilombo espera, com esses novos parceiros, articuladores culturais em seus territórios, ampliar a Cultura Negra por toda a cidade", diz. 
 
A Rede Cultura Viva Niterói é fruto de um convênio entre a Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria municipal das Culturas e da Fundação de Arte de Niterói, e o Governo Federal, através da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural – SCDC, do Ministério da Cultura. O programa mapeou toda a produção cultural da periferia da cidade, com o objetivo de aumentar a interlocução entre a Prefeitura e as ações realizadas em nível local. 
 
 
Saiba um pouco mais sobre os projetos escolhidos: 
 
 
 
1. PONTO DE CULTURA TRADICIONAL DO QUILOMBO DO GROTÃO
 
Capoeira, dança de roda, jongo e roda de conversa sobre a história do artesanato indígena de Niterói são algumas das atividades que serão oferecidas às comunidades da região pelo Ponto do Quilombo do Grotão, uma comunidade tradicional, remanescente de quilombo e símbolo de resistência cultural e ambiental.
 
2. PONTO VIVO
 
Com mais de 25 anos em Niterói, a BEM TV atua na democratização e acesso às novas tecnologias para diferentes grupos e indivíduos, possibilitando que eles possam registrar e contar suas histórias, em sintonia com os objetivos da Política Nacional de Cultura Viva.
 
O Ponto Vivo é a oportunidade de desdobramento do trabalho da Bem TV, proporcionando a realização de oficina na área de mídias digitais, com a participação de 30 jovens de comunidades nas quais a BEM TV atuou.
 
Entre as novidades para o ano, está o lançamento de um aplicativo com informações sobre as favelas de Niterói. História, localização, imagens e vocações fazem parte do conteúdo desta ferramenta, que será disponibilizada para download, gratuitamente.
 
3. MEMÓRIA E FOTOGRAFIA PÚBLICA: PRESERVAÇÃO E DISPONIBILIZAÇÂO DO ACERVO HISTÓRICO DA SOCIEDADE FLUMINENSE DE FOTOGRAFIA
 
Fundada por Jayme Moreira de Luna, em 1944, para ser uma instituição voltada a difundir e ensinar a arte fotográfica e sua técnica, a Sociedade Fluminense de Fotografia (SFF), com mais de 70 anos de serviços à população niteroiense, tem em seu histórico importantes mostras e exposições, inclusive no exterior, e é responsável por publicações como a SFF-Foto Revista.
 
Como Ponto de Cultura, tem como objetivo promover oficinas sobre fotografia e suas utilizações sociais (oficina de conservação de fotografia e autorretrato tátil). Entre as ações previstas, estão a disponibilização do acervo fotográfico da SFF, além da realização de um ciclo de debates sobre imagens fluminenses.
 
4. DIN.DOWN.DOWN – GINGAS ACESSÍVEIS
 
Promove ações de valorização da diversidade cultural e étnica, com foco no atendimento à pessoas com deficiência, através de uma série de atividades baseadas nas temáticas de "acessibilidade" e da "cultura de matriz africana", articuladas sob três eixos de ação: informação, formação e comunicação.
 
São realizadas oficinas e aulas de capoeira, samba de roda e maculelê, capacitação direcionada à captação de recursos e do Método Din.Down.Down.
 
5. OLUDU' MIRIM
 
Projeto do bloco afro cultural Olodumaré, o Olodu'mirim é um valioso novo ponto de cultura de Niterói. Assim como a sua matriz baiana, a entidade niteroiense se propõe a desenvolver a consciência de cidadania e preservação da cultura negra, oferecendo um saber afro brasileiro e novas formas de conhecimento para além dos transmitidos pelo sistema formal de ensino.
 
Ao promover o primeiro contato da criança com instrumentos de percussão, o Olodu'mirim desperta o interesse dos alunos para a música e a diversidade cultural brasileira. Ensaios semanais itinerantes, oficinas de percussão e balé afro para crianças, são algumas das atividades propostas pelo Olodu'mirim para os próximos doze meses.
 
6. PONTÃO DE CULTURA | MOSTRARTE
 
Feira de artes com palestras, debates e apresentações artísticas de grupos musicais e culturais dos pontos de cultura da cidade. Essa é uma das novidades do Pontão de Cultura de Niterói: o MostrArte, um projeto de incentivo à arte e cultura, realizado pelo Espaço Cultural da Grota (ECG), entidade reconhecida pelas ações voltadas para promoção da cidadania, através da cultura, música, arte e educação.
 
Em 2018, o Pontão vai promover oficinas, palestras e debates com o intuito de garantir o consumo cultural e fomentar o protagonismo artístico no município. O objetivo é promover o intercâmbio com pontos de cultura da cidade, para incentivar manifestações artísticas e o estímulo do público estudantil, tanto de escolas públicas, quanto privadas.
 
Para fomentar ainda mais a troca de experiências com os demais pontos e a sociedade, serão realizadas atividades no próprio ECG e em seu anexo, localizado no Centro de Niterói, como também nos equipamentos culturais da cidade, como o Teatro Popular Oscar Niemeyer, a Sala Carlos Couto e o Solar do Jambeiro. 
 
 
Nas fotos: A diretora da FAN, Roberta Martins, fala com os representantes dos Pontos de Cultura de Niterói (crédito: Leo Zulluh)
 
 

 
A diretora da FAN, Roberta Martins, fala com os representantes dos Pontos de Cultura de Niterói.
 
 
 
 
 
 
 
 




 
 
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FONTE
Departamento de Imprensa SMC/FAN
Secretaria Municipal de Cultura - Niterói
Fundação de Arte de Niterói - FAN
 

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

BIA CHACON SERÁ HOMENAGEADA NO SARAU DAS ARTES, NA VARANDA DO CENTRO DE ARTES DA UFF. IMPERDÍVEL!

 
 
 
 
 
 
 
O tema "Cidade" abre a temporada 2018 do Sarau das Artes na varanda do Centro de Artes UFF.

No dia 30 de janeiro (terça-feira), das 18h30 às 21h!
 
Entrada gratuita!
 
 
 
 
Nascido em São Paulo, o patrono desta edição, Roberto Piva (1937-2010) foi um dos grandes nomes brasileiros da poesia urbana e retratou de maneira única a capital paulista. Inspirado pelos movimentos de vanguarda e pela literatura beatnik, sua obra tem um caráter, ao mesmo tempo, de manifesto e transgressão, com a presença de imagens fortes e opiniões firmes.
 
 
 
 
 
Beatriz CHACON, poeta homenageada, é carioca da Piedade e vive em Itaipu, Niterói. Graduada em Jornalismo, começou a mostrar seu trabalho poético através de cartazes ilustrados por Miguel Coelho, em 1987, com intensa participação em escolas, bibliotecas, bares, teatros e praças. É autora dos livros de poemas ‘Mesa Posta’ e ‘Veios do Corpo’, e do infantil ‘Uma História Barriguda’, lançado em 2015. Acumulou alguns prêmios, dentre eles o I Concurso Nacional Jornal Balcão de Poesias, em 1988, e Prêmio Literário Stanislaw Ponte Preta, em 1992 e 1994. Atualmente, faz performances poéticas e participa de eventos de arte por Niterói e Rio de Janeiro.
 
 
 
 
 
Curadoria do evento: Gilberto Gouma, Pierre Crapez e Wanda Monteiro
Local do evento Centro de Artes UFF
Horário:18h:3Omin
 
 
 
 
 
 
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LYA LUFT ESCRITORA, ROMANCISTA E TRADUTORA - TRIBUTO DO FOCUS PORTAL CULTURAL.

 
 
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LYA FETT LUFT de colonização alemã, filha do advogado e juiz Arthur Germano Fett. A sua família tinha muito orgulho de suas raízes germânicas e, por isso, considerava-se superior aos "brasileiros", embora seus integrantes tivessem chegado ao Brasil em 1825. Durante sua juventude, Lya foi tida como uma menina desobediente e contestadora: não gostava de aprender a cozinhar nem a bordar e chegou a ser mandada para um internato durante dois meses. Porém, desde cedo foi uma ávida leitora — aos onze anos, já recitava poemas de Göethe e Schiller — e tinha um relacionamento mais natural com o pai, um homem culto a quem idolatrava, do que com a mãe. Aos dezenove anos, ela se converteu ao catolicismo, espantando aos pais, ambos luteranos.
 
 
 
 

A partir de 1959, Lya Luft passou a residir em Porto Alegre, onde se diplomou em Pedagogia e em Letras Anglo-Germânicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Passou a trabalhar então como tradutora de literaturas em alemão e inglês — já traduziu para o português mais de cem livros, dentre os quais se destacam traduções de Virginia Woolf, Rainaer Maria Rilke, Hermann Hesse, Doris Lessing, Günter Grass, Botho Strauss e Thomas Mann.

 

Em 1963, aos vinte e cinco anos, Lya se casou com Celso Pedro Luft, então um irmão marista, dezenove anos mais velho do que ela. Eles se conheceram durante uma prova de vestibular, para a qual ela chegara atrasada. O casal teve três filhos: Susana (1965), André (1966) e Eduardo (1969).

 

De 1970 a 1982, ela trabalhou como professora titular de Linguística na Faculdade Porto-Alegrense (FAPA) e obteve o grau de mestra em Linguística (1975, pela PUC-RS) e em Literatura Brasileira (1978, pela UFRGS).

 

Em 1985, Lya Luft anulou seu casamento com Celso para viver com o psicanalista e também escritor Hélio Pellegrino, no Rio de Janeiro. Eles haviam sido apresentados um ao outro por Nélida Piñon. Em 1992, quatro anos após a morte de Pellegrino, Lya voltou a viver com Celso Luft, de quem ficou viúva em 1995.

 

Carreira literária

 

No início de seu primeiro casamento, Lya Luft começou a escrever poemas, reunidos no livro Canções de limiar (1964). Em 1972, foi publicado seu segundo livro de poemas, intitulado Flauta doce. Quatro anos mais tarde, escreveu alguns contos e mandou-os para um editor da Nova Fronteira, Pedro Paulo Sena Madureira, que os considerou "publicáveis". Em 1978, foi lançada sua primeira coletânea de contos, Matéria do Cotidiano.

 

O mesmo editor da Nova Fronteira tinha aconselhado Lya a escrever romances. Daí surgiu As parceiras, publicado em 1980. No ano seguinte veio A asa esquerda do anjo. Tais livros foram influenciados por uma visão de morte que a autora teve depois de sofrer um acidente automobilístico quase fatal em 1979.

 

Em 1982, publicou Reunião de Família e, em 1984, outras duas obras: O Quarto Fechado e Mulher no Palco. O primeiro foi lançado nos Estados Unidos sob o título The Island of the Dead. Em 1987, lançou Exílio; em 1989, o livro de poemas O Lado Fatal; e, em 1996, o premiado O Rio do Meio (ensaios), considerado a melhor obra de ficção daquele ano.

 

Em 2001, Luft recebeu o prêmio União Latina de melhor tradução técnica e científica, pela obra Lete: Arte e crítica do esquecimento, de Harald Weinrich.

 

Em 2013, recebeu o Prêmio Academia Brasileira de Letras, na categoria Ficção, Romance, Teatro e Conto, pela obra O tigre na sombra.

 

No total, já escreveu e publicou 23 livros, entre romances, coletâneas de poemas, crônicas, ensaios e livros infantis.

 

Os livros de Lya Luft continuam sendo traduzidos para diversos idiomas.

 

SEU ESTILO

 

"Sou fascinada pelo lado complicado. Tenho um olho alegre que vive: sou uma pessoa despachada, adoro família, adoro a natureza. Mas eu tenho um outro olho que observa o lado difícil, sombrio. A minha literatura nunca vai ser "aí casaram e foram felizes para sempre". Minha literatura sempre nasceu do conflito, da dificuldade, do isolamento." —Lya Luft

 
 
A autor nasceu em Santa Cruz do Sul em 15 de setembro de 1938 é uma escritora e tradutora brasileira. É colunista mensal da revista Veja e professora aposentada da UFRGS.

 
 
 
 
 
ALGUNS LIVROS

 
 



















 
 
 
 
ALGUMAS FRASES
 
 
 
 








 
 
Obras

 
Canções de Limiar, 1964
Flauta Doce, 1972
Matéria do Cotidiano, 1978
As Parceiras, 1980
A Asa Esquerda do Anjo, 1981
Reunião de Família, 1982
O Quarto Fechado, 1984
Mulher no Palco, 1984
Exílio, 1987
O Lado Fatal, 1989
A Sentinela, 1994
O Rio do Meio, 1996
Secreta Mirada,1997
O Ponto Cego, 1999
Histórias do Tempo, 2000
Mar de Dentro, 2000
Perdas e Ganhos, 2003
Histórias de Bruxa Boa, 2004
Pensar é Transgredir, 2004
Para não Dizer Adeus, 2005
Em outras Palavras, 2006
A Volta da Bruxa Boa, 2007
O Silêncio dos Amantes, 2008
Criança Pensa, 2009
Múltipla Escolha, 2010
A Riqueza do Mundo, 2011
O Tigre Na Sombra, 2012
O Tempo é um Rio que Corre, 2013
Paisagem Brasileira, 2015
 
 
 
 
 
 
UM TRIBUTO DO FOCUS PORTAL CULTURAL