sexta-feira, 23 de junho de 2017

UTOPIA SELVAGEM É A OBRA EM DISCUSSÃO, NO CLIC - CLUBE DE LEITURA DE ICARAÍ, NO MÊS DE JULHO DE 2017. CONFIRA.

 
 
 
UTOPIA SELVAGEM É A OBRA EM DISCUSSÃO, NO CLIC - CLUBE DE LEITURA DE ICARAÍ.
Data do Debate: 20/7/2017 às 19 h no CLIc.
Rua Miguel de Frias. Icaraí, Niterói. RJ. 
 
 
 
Capa do livro Utopia Selvagem
de Darcy Ribeiro.
 
 
 
 
Com a exuberância de imagens e sentidos que marca sua produção literária, em "Utopia Selvagem" Darcy Ribeiro pinta com tons fortes a beleza que uma sociedade adquire ao ser composta por um mosaico de cores e culturas diferentes.
 
O mergulho num mundo que não lhe é familiar funciona como uma janela que o autor nos abre para, ao seu lado, contemplarmos o verdadeiro tesouro: a sociabilidade nativa. Juntando elementos históricos e míticos, Darcy sugere que a miscigenação é uma prática que remonta às origens da espécie humana e tece uma fabulosa história na qual valoriza o hibridismo cultural vivenciado nas terras americanas.
 
 

'Utopia selvagem' conta a história do negro gaúcho Pitum ou Orelhão, cujo nome verdadeiro é Gasparino Carvalhal, tenente do Exército que, quando lutava na Guerra da Guiana à procura do Eldorado, foi engolido por uma cortina branca. A partir daí, tornou-se prisioneiro das Amazonas, mulheres guerreiras, que, tendo recusado o contato com os homens, passaram a mantê-lo como seu único fornicador e reprodutor. Depois de um certo tempo, Pitum é arremessado para outro lado da cortina branca, onde encontra uma tribo de índios e conhece duas freiras missionárias, Uxa e Tivi, que o proíbem de ter relações sexuais com as mulheres, pelo que o tenente trava suspeita amizade com o índio Ãxi. Na tribo, convive com o vingativo pajé Cunhãbembe e o tuxaua Calibã, papo-furado e banana. Até que Próspero, o Imperador Impoluto, instaura a 'Utopia Multinacional', com suas estruturas do Poder e do Gozo, fazendo o contraponto com a sociedade-padrão das multinacionais. Toda a tribo então embarca num deslumbrante barato coletivo...

 
 
 
 
 
 
Darcy Ribeiro nasceu em Montes Claros, 26 de outubro de 1922 foi um antropólogo, escritor e político brasileiro, conhecido por seu foco em relação aos índios e à educação no país.
Suas ideias de identidade latino-americana influenciaram vários estudiosos latino-americanos posteriores. Como Ministro da Educação do Brasil realizou profundas reformas que o levou a ser convidado a participar de reformas universitárias no Chile, Peru, Venezuela, México e Uruguai, depois de deixar o Brasil devido à ditadura militar de 1964.
Foi casado com a etnóloga e antropóloga Berta Gleizer Ribeiro, até 1974. Faleceu em Brasília, 17 de fevereiro de 1997.

 
 
 
 
ASSISTA DARCY RIBEIRO
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terça-feira, 20 de junho de 2017

MAC - MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE NITERÓI INAUGURA EXPOSIÇÃO INÉDITA COM SUA COLEÇÃO.


 
De Adriana varejão - elegia mineira
crédito fotográfico de Paulinho Muniz.

 

 
 
 
 
O Museu de Arte Contemporânea de Niterói abre, pela primeira vez, uma grande exposição, em seu salão principal, só com obras da sua própria coleção pública. A inédita mostra - “Coleção MAC Niterói: arte contemporânea no Brasil” - entra em cartaz no museu no dia 24 de junho, a partir das 10h. Também no dia 24, estreia, na varanda do museu, a exposição “Eu só vendo a vista”, do artista Marcos Chaves. Já na Praça do MAC, entre 16h e 21h, haverá a performance “Isso não é uma festa”, com os DJs e artistas Edu Castelo e Saulo Laudares e projeções de vídeos na fachada. O público terá ainda foods bikes para complementar a programação.
 
 
De Cildo Meireles - Rio Oir.
 
 
 
Atrações:
 
“Coleção MAC Niterói: arte contemporânea no Brasil”
Assinada pela nova curadoria do MAC, formada pelos pesquisadores de arte, Pablo León de la Barra e Raphael Fonseca, será a primeira vez que há uma exposição composta só por peças da coleção MAC – coleção pública constituída ao longo de quase 21 anos, por meio de doações de artistas e colecionadores.
 
O público vai poder conferir, no Salão principal do museu, cerca de 50 trabalhos, entre esculturas, pinturas, vídeo, gravuras e objetos, de importantes artistas, como Adriana Varejão, Celeida Tostes, Cildo Meireles, Daniel Senise, Gustavo Esperidão, Hugo Houayek, Márcia X, Nuno Ramos, Regina Silveira, Ricardo Basbaum, entre outros.
 
Exposição: “Eu só vendo a vista”, do artista Marcos Chaves
 
Também com a curadoria da dupla Pablo León de la Barra e Raphael Fonseca, a exposição é um desdobramento do múltiplo “Eu só vendo a vista”, produzido pelo artista em 1997.
A instalação, pensada especificamente para o espaço da varanda do MAC Niterói, estabelece uma relação entre a arquitetura do local e a vista do entorno, provocando reflexões sobre o valor da arte, a apropriação da imagem pública, o ócio e a relação do público com um museu.
 

 
 
De Fabio Miguez - sem título - 1985
Foto de Paulinho Muniz.
 
 
 
Performance: “Isso não é uma festa”
 
O evento une arte e música, mas como o próprio nome diz, não se trata de uma festa (o título remete ao quadro famoso de Magritte – ‘Isso não é um cachimbo’ –, que traz a discussão da mimese), mas sim de um momento de interação artística e de confraternização com os DJs e artistas Edu Castelo e Saulo Laudares. Haverá projeções na fachada do MAC, música e bikes foods, na Praça do museu.
 
 
 
 De Regina Silveira - blue skies.
 
 
 
 
 
 
SERVIÇO
 
Exposições:
COLEÇÃO MAC NITERÓI:
ARTE CONTEMPORÂNEA NO BRASIL”
(Salão Principal)
“EU SÓ VENDO A VISTA”, de Marcos Chaves
(varanda)
Abertura: 24 de junho, às 10h
Em cartaz até 1 de outubro de 2017.
 
 
 
 
 
 
 
 
Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingressos para as exposições: R$ 10 (inteira)
Estudantes, professores e pessoas acima de 60 anos pagam meia (R$ 5).  Entrada gratuita para estudantes da rede pública (ensino médio), crianças de até 7 anos, portadores de necessidades especiais, moradores ou nascidos em Niterói (com apresentação do comprovante de residência) e visitantes de bicicleta. Na quarta-feira, a entrada é gratuita para todos.
 
Performance “ISSO NÃO É UMA FESTA”
Com os DJs e artistas Edu Castelo e Saulo Laudares
Data: 24 de junho
Horário: das 16h às 21h (a performance, na Praça do MAC, tem entrada gratuita)
 
Local:
Museu de Arte Contemporânea de Niterói – MAC Niterói
Endereço: Mirante da Boa Viagem, Niterói-RJ
Telefone: (21) 2620-2400


 
 
 
 
 
 
O MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE NITERÓI (MAC) é um museu de arte contemporânea brasileira localizado na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, no Brasil. A obra foi inaugurada no dia 2 de setembro de 1996. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o MAC tornou-se um dos cartões-postais de Niterói.
Destina-se principalmente a obras pertencentes à arte contemporânea brasileira da década de 1950 até hoje. O museu possui um acervo de 1 217 obras da Coleção João Sattamini. Um conjunto reunido desde a década de 1950 pelo colecionador João Sattamini, constituindo a segunda maior coleção de arte contemporânea do Brasil.
Construído sobre o Mirante da Boa Viagem, na orla de Niterói, o museu, com sua fachada futurista, possibilita que o visitante desfrute de vistas panorâmicas que se lhe oferecem quer fora do museu, a partir do pátio, quer dentro do museu por um olhar pelo anel de janelas que divide este gigantesco "prato de concreto" em duas faixas.
O MAC ainda disponibiliza atividades educacionais desde 1996, chamadas de Desafios Comunicativos da Arte Contemporânea, com o intuito, segundo a administração do museu, de incentivar a produção artística contemporânea, que se coloca exposta em um espaço público onde circulam indivíduos não pertencentes ao mundo da arte.
 
 
 




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FONTE:
Assessora de Imprensa – MAC         
ASCOM Secretaria de Cultura/ FAN

 

Secretaria Municipal de Cultura - Niterói 
Fundação de Arte de Niterói - FAN
Telefone: 55 (21) 2621-5050 - ramal: 227
e-mail: 
culturaniteroi@gmail.com
Rua Presidente Pedreira, 98, Ingá,
Niterói - RJ - CEP: 24210-470.
 

 
 
 

 

segunda-feira, 19 de junho de 2017

NO TEATRO MUNICIPAL DE NITERÓI: O 9° CICLO DE LEITURAS DRAMATIZADAS APRESENTA "O DEUS DA CARNIFICINA", DE YASMINA REZA.

 
O 9° CICLO DE LEITURAS DRAMATIZADAS
APRESENTA "O DEUS DA CARNIFICINA",
DE YASMINA REZA.
 
 
 
 
 
 
 
 
Na terça-feira, 27 de junho de 2017, às 19h, o Teatro Municipal de Niterói vai receber, como parte da agenda da 9ª edição do Ciclo de Leituras Dramatizadas, promovido pela ATACEN, o espetáculo O Deus da carnificina, de Yasmina Reza. No texto, dois casais encontram-se para resolver uma briga entre seus filhos. Classificação indicativa livre, entrada franca.
 
A História
 
 A trama apresenta os casais Longstreet e Cowan que se encontram-se para resolver uma briga entre Zachary e Ethan, seus filhos de 11 anos. Dentro de um apartamento, os quatro buscam meios de chegar a uma maneira de resolver a questão. Porém, se no princípio tudo parece correr civilizadamente, à medida que a conversa se desenvolve, um problema mais ou menos insignificante começa a tomar novas proporções, com os quatro a revelarem mais infantilidade do que os seus próprios filhos que, teimosamente, não cessam de defender.
 
 As acusações mútuas se multiplicam, abrangendo temas que vão desde a proteção aos animais até a guerra na África, passando pela convivência conjugal e familiar, pela bioética, pela ética profissional etc. Mas será que, em algum momento, um deles será capaz de agir como um adulto e parar aquela "carnificina"?

 
 
 
 
 
SERVIÇO
O 9° Ciclo de Leituras Dramatizadas
"O Deus da carnificina", de Yasmina Reza.
Data: 27 de maio de 2017
Horário: 19h
Entrada Franca
Classificação etária: livre
Teatro Municipal de Niterói
Rua XV de novembro, 35 – Centro, Niterói.
Tel.: (21) 2620-1624.




 
 
 
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domingo, 18 de junho de 2017

COMPANHIA DE BALLET APRESENTA "CHOROS E VALSAS - UM TRIBUTO A PIXINGUINHA.

 
 
 
 
 
Entre os dias 30 de junho a 9 de julho de 2017, sextas e sábados às 20h e domingos às 19h, o Teatro Municipal vai abrir suas cortinas para a Companhia de Ballet da Cidade de Niterói, que irá apresentar o espetáculo Choros e Valsas: Um Tributo a Pixinguinha. Um dos maiores sucessos da Cia, a apresentação volta aos palcos desta vez para uma tripla comemoração: os 120 anos de Pixinguinha, os 25 anos da CBCN e os 15 anos do Programa Aprendiz, que fará uma participação especial na temporada.

Com coreografia de Rodrigo Negri, o espetáculo é capaz de revelar emoções e sensações com movimentos de delicadas nuances e grande vigor físico, apresentando uma linguagem de forte teatralidade e inusitada interpretação das músicas de Pixinguinha, ícone da música brasileira.

A Companhia de Ballet da Cidade de Niterói

A Companhia de Ballet da Cidade de Niterói foi fundada em 1992, por iniciativa de um grupo de bailarinos da cidade, que objetivava a existência de um importante núcleo oficial de trabalho para bailarinos, professores, coreógrafos e demais profissionais ligados ao universo da dança. Sexta companhia pública criada no país, a Companhia, atualmente dirigida por Pedro Pires, conta em seu quadro artístico com trinta bailarinos aprovados em concursos públicos.

Seguindo a linha contemporânea, a o grupo vem ao longo de sua existência apresentando trabalhos assinados por coreógrafos expressivos do universo da dança, tais como: Rodrigo Moreira, Renato Vieira, Vasco Wellenkamp, Rodrigo Negri, Luis Arrieta, Roberto Oliveira, Rodrigo Pederneiras, Henrique Rodovalho, Luiz Fernando Bongiovanni, Ana Vitória, Jorge Garcia, Clébio Oliveira, André Mesquita entre outros.


Serviço

Data: 30 de junho a 09 de julho
Horário: sextas e sábados às 20h e domingos às 19h
Duração: 50 minutos
Ingresso: R$10,00 (inteira); 50% de desconto para morador de Niterói com comprovante de residência
Classificação indicativa: Livre

Teatro Municipal de Niterói
Rua XV de Novembro 35, Centro
Tel: (21) 2620-1624

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sexta-feira, 16 de junho de 2017

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS PRESTA HOMENAGEM AOS ACADÊMICOS ANTÔNIO CALLADO, CELSO CUNHA E ROBERTO CAMPOS.

Academia Brasileira de Letras presta homenagem aos Acadêmicos Antonio Callado (1917-1997), Celso Cunha (1917-1989) e Roberto Campos (1917-2001).



 

 
 
Os Acadêmicos Alberto Venancio Filho, Cícero Sandroni e Evanildo Bechara, sob a coordenação do Acadêmico Domício Proença Filho, Presidente da Academia Brasileira de Letras, participarão de mesa-redonda em celebração ao centenário de nascimento dos Acadêmicos Antonio Callado, Celso Cunha e Roberto Campos, na quinta-feira, dia 22 de junho, às 17h30min, no Salão Nobre do Petit Trianon, Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.
 
 
Saiba mais:
 
 
Quarto ocupante da Cadeira 8, eleito em 17 de março de 1994, na sucessão de Austregésilo de Athayde, e recebido pelo Acadêmico Antonio Houaiss, em 12 de julho de 1994, Antonio Callado (Antonio Carlos Callado), jornalista, romancista, biógrafo e teatrólogo, nasceu em Niterói, RJ, em 26 de janeiro de 1917, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 28 de janeiro de 1997.
 
 
Quarto ocupante da cadeira 35 da ABL, Celso Ferreira da Cunha foi eleito em 13 de agosto de 1987, na sucessão de José Honório Rodrigues, e recebido pelo acadêmico Abgar Renault, em 4 de dezembro de 1987. Professor, filólogo e ensaísta, nasceu em Teófilo Otoni, MG, em 10 de maio de 1917, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 14 de abril de 1989.
 
 
Sétimo ocupante da Cadeira 21, eleito em 23 de setembro de 1999, na sucessão de Dias Gomes, e recebido pelo Acadêmico Antonio Olinto, em 26 de outubro de 1999, Roberto de Oliveira Campos, economista, diplomata e professor, nasceu em Cuiabá, Mato Grosso, em 17 de abril de 1917 e faleceu no dia 9 de outubro de 2001, no Rio de Janeiro, RJ.
 






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FONTE

http://www.academia.org.br/noticias/academia-brasileira-de-letras-presta-homenagem-aos-academicos-antonio-callado-1917-1997

quarta-feira, 14 de junho de 2017

ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS CONVIDA PARA CICLO DE PALESTRAS: A TRAJETÓRIA DO JORNALISMO" COM EDGARD FONSECA.


 
 
Academia Niteroiense de Letras convida
Ciclo de Palestras
“A trajetória do Jornalismo”
Palestrante: Acadêmico Edgard Fonseca.
Dia 21 – quarta-feira, às 17 horas.
Sede da Academia Niteroiense de Letras
Rua Visconde do Uruguai, 456 – Centro –
Niterói - RJ
Entrada franca
 
 
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UM POUCO SOBRE EDGARD FONSECA
 
 
 
 
Jornalista, publicitário, escritor e compositor, nascido em Salvador - BA. Editor e diretor do Jornal Diz/RJ com vários trabalhos publicados incluindo curso de vendas de varejo e atendimento, livros de crônicas e poesia, ensaios, contos.
Reside em Niterói há 37 anos com ampla atividade política e social.
Participa de atividades sindicais, conselhos e associações.
Integrou o Conselho de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro.
Atualmente, respectivamente prepara livros de contos, crônicas jornalísticas para serem publicados simultaneamente.
Edgard já atuou em jornais como O Globo, JB, e O Fluminense; dirigiu os jornais semanários Setedias, Persona, Lig.
É autor dos livros “De Tempo em Tempo”, “Contraste”, “Baú Cheio”, “Pedaços da Minha Vida” e “De Volta à Esquina”. 
 
 
 
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terça-feira, 13 de junho de 2017

MEMÓRIAS DA INFÂNCIA - VIDA RURAL NOS ANOS 60 DO ESCRITOR ANTÔNIO VELOSO É A OBRA QUE ABRILHANTARÁ A VITRINE DO FOCUS, NO MÊS DE JUNHO.



 
 
O livro Memórias da Infância - Vida rural nos anos 60 do professor e escrito Antônio Veloso é a obra que abrilhantará a Vitrine do Focus Portal Cultural, durante o mês de junho de 2017.

A obra tem o selo da gráfica e editora DM2JR de Niterói, contém 250 páginas.


A capa, projeto gráfico e eletrônico, revisão e a apresentação foram produzidas pela professora Neusa Pinto da ASPI-UFF.

Para vê-la na Vitrine, ao entrar, observar no canto superior direito da página central do Focus Portal Cultural.

Adquira a sua obra, escreva para:
 
 
 

Escritor Antônio Veloso em tarde de autógrafos,
na ASPI-UFF.




Antônio Veloso - escritor.


Antônio Joaquim Gonçalves Veloso nasceu em Póvoa de Lanhoso, Freguesia de Sobradelo da Gama, em Portugal, no dia 3 de fevereiro de 1942. Iniciou a carreira no magistério em 1972, na Universidade Federal Fluminense (UFF), aposentando-se em 2004, como professor Adjunto IV, na Universidade, exerceu vários cargos, como chefe do Departamento de Geografia e coordenador do curso de Geografia e membro titular do Conselho de Curadores.

Atuou também como professor da Academia do Corpo de Bombeiros/RJ para o CFO e no Curso de Aperfeiçoamento de Oficinas (CAO) do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro. Dentre seus títulos: É Bacharel e Licenciado em Geografia(UFF), defendeu Tese de Mestrado em Geociências com o tema Geomorfologia e Sedimentologia da Lagoa de Araruama (1978), na mesma instituição.

Conquistou o Proficiency in English, pela Universidade of Michigan em 1968, é Diplomado em Altos Estudos de Política Econômica, pela Escola Superior de Guerra (2002), apresentando a monografia Recursos Hídricos das Regiões Brasileiras, com ênfase aos do Estado do Rio de Janeiro.

Foi consultor de vários projetos em Niterói, contribuindo com pareceres e laudos técnicos sobre o solo e rochas do Mirante da Boa Viagem (1992), onde foi edificado o Museu de Arte Contemporânea (MAC); sobre a encosta de Itacoatiara, trabalho solicitado pela comissão de Meio Ambiente da ALERJ (2003); sobre o deslizamento na Enseada do Bananal, na Ilha Grande (2010) e sobre o deslizamento no morro do Bumba, em Niterói (2010).

Foi ainda coautor do Projeto NitGeo, da Fundação Geotécnica de Niterói (entregue à Prefeitura de Niterói em 2009). Além destas atividades, o professor Antonio Veloso é autor de Treasures of Brazil (Pedras preciosas do Brasil), produzido para a H. Stern Joias e lançado em 2004, na Brasileia, Suíça.

No campo da literatura, escreveu as obras: Sobreviver sem perder a Esperança - reflexões e aspectos psicológicos, Ed. Atheneu, 1998, 300 páginas, Ecologia Espiritual, uma História do Corpo de Bombeiros no Brasil, Ed, Atheneu, 2008, 195 páginas. Memórias da Infância (Vida rural nos anos 60), ED. DM2JR-2015,Niterói,RJ,250 páginas.



Livros do escritor e professor 
Antônio Veloso.
 
 
 

Professor Antônio Veloso
é homenageado com Medalhão em Argila
pelo artista plástico Robert Preis, na ASPI-UFF.
 
 
 
 
 
 
APOIO CULTURAL
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MENSAGENS
 
 
Parabéns, Alberto, por assinalar com relevo a obra do escritor Antônio Veloso, irmão-das-artes em nossa Associação!  
 
A ANE congratula-se com esta iniciativa e saúda o dedicado artesão das letras!
 
Leda Mendes Jorge
Presidente da ANE - Associação Niteroiense de Escritores.
 
 
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