segunda-feira, 26 de junho de 2017

CONVITE PARA SOLENIDADE DE POSSE DA ESCRITORA LICIA MARIA LUCAS SERRANO, NO CENÁCULO FLUMINENSE DE HISTÓRIA E LETRAS.

 
 
(CLICAR NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA)
 
 
 
 
 
CONVITE
O Cenáculo Fluminense de História e Letras
tem a honra de convidar a todos os cenaculistas
e amigos para solenidade de posse da escritora
Licia Maria Lucas Serrano,
na Cadeira 44, patroneada pelo
escritor Oliveira Viana
e antecessor Waldir P. de Carvalho.
A nova acadêmica será recepcionada
pela acadêmica Matilde Carone Slaibi Conti.
Data: 30 de junho de 2017 (sexta-feira)
Horário: 18 horas
Local: Bistrô Beira Mar
Endereço: Rua Coronel Moreira Cesar, 149, Icaraí
Niterói – RJ – Brasil
O CFHL sentir-se-á honrado com a sua presença.
Matilde Carone Slaibi Conti
Presidente

 
 
 
 
 
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UM POUCO SOBRE A ESCRITORA
LICIA MARIA LUCAS SERRANO
 
 
 
 
 
Licia Lucas nasceu no Brasil em Itu, Estado de São Paulo. Conhecedores da execução pianística, comparam Licia Lucas com a legendária pianista brasileira Guiomar Novaes. “O brilho de ambas está no encanto que emerge do interior de sua música; é como se os sons adquirissem personalidades próprias, distintas de sua natureza física, frutos da magia inexplicável que preside a construção da beleza intangível”.

 
Começou os estudos de piano em família com a professora Nayl Cavalcante Lucas, diplomando-se posteriormente na Escola Nacional de Música na classe da professora Neida Cavalcante Montarroyos. Dotada de uma sólida formação pianística e artística obtida em prestigiosos conservatórios europeus, Licia Lucas se especializou no Brasil com Homero de Magalhães, discípulo de Alfred Cortot e na Itália, no Conservatório de Santa Cecília de Roma, com Vincenzo Vitale, descendente artístico de Thalberg e de Cesi , este último que, a convite de Anton Rubinstein, foi Diretor da escola pianística de São Petersburgo. Sua educação musical foi aperfeiçoada com Bruno Seidhofer e Hans Graf da escola vienense.
 
Iniciou sua prestigiosa carreira conquistando o Primeiro Lugar no Concurso para Solistas da Orquestra Sinfônica Brasileira, interpretando o Concerto “Coroação” de Mozart sob a batuta do Maestro Eleazar de Carvalho. Na Itália conquistou a Medalha de Ouro no concurso Internacional Viotti de Vercelli, sendo a mais jovem entre todos os concorrentes, concedida pelo presidente do Júri o famoso pianista Arturo Benedetti Michelangeli. Desde então tem já se apresentado com grande sucesso como recitalista e solista de mais de 50 orquestras sinfônicas de Europa, Estados Unidos e América Latina.

 
Licia Lucas foi aclamada na legendária Sala Tchaikovsky em Moscou como solista da Orquestra Sinfônica Estatal da Filarmônica de Moscou obtendo o aplauso da crítica especializada. A Revista “AMÉRICA LATINA”, em matéria assinada pela Sra. Natalia Constantinova, destaca:
 
 
“Na solene cerimonia de inauguração na Sala P.I. Tchaikovsky veio à cena uma encantadora mulher tão modesta como elegante. Logo que seus dedos tocaram os primeiros acordes, a audiência sentiu que intervinha uma brilhante pianista, capaz de competir com os mais destacados pianistas do mundo... Somente a explosão de aplausos e júbilo pode devolver o mundo para a realidade do acontecido”.
 
Em Maio de 2003, no esplendor das comemorações do 300 º aniversário da fundação de São Petersburgo, Licia Lucas voltou à Rússia como solista convidada da Orquestra do Teatro e da Ópera e do Ballet do Conservatório de São Petersburgo, na Sala Glazunov do Conservatório Estatal de São Petersburgo “Rimsky-Korsakov”, gravando os concertos de Tchaikovsky No. 1 e Grieg en La menor com a prestigiosa Filarmônica Acâdemica de São Petersburgo.


Em Junho de 2004, o nome de Licia Lucas se inscreveu no seleto grupo de artistas (entre eles Liszt e Tchaikovsky) que se apresentaram na legendária Grande Sala da Filarmônica de São Petersburgo ao ser longamente ovacionada como solista dos concertos para piano e orquestra de Beethoven No. 3 e Chopin No.2 e gravando estes dois concertos com a mesma orquestra e com um grande lançamento nacional e internacional do CD, realizado na temporada de 2005.
 
Entre suas gravações destacam-se também as realizadas na Sala Tchaikovsky de Moscou com a Orquestra Estatal da Sociedade Filarmônica de Moscou; com a Filarmônica de Turim na Itália; nos Estados Unidos com a Arpeggione Kammerorchester da Áustria, assim como a gravação do 2º. Concerto de Bela Bartók para a TV Globo no Rio de Janeiro, com a Orquestra Sinfônica Nacional; os CDs gravados para o selo L’ART: “Il Barocco” assim como os “24 Prelúdios de Chopin”; o CD “Licia Lucas in Italy” gravado em 2008, na Itália na “Fazioli Concert Hall” e o CD “Licia Lucas in Russia” gravado com a Orquestra Sinfônica da Rádio&TV de Moscou com o Concerto Nº2 e a Rapsódia sobre um Tema de Paganini de Rachmaninoff.
 
Durante 4 anos, Licia Lucas foi Coordenadora do Departamento de Música Clássica do Ministério da Cultura da Nicarágua e Chefe da Cátedra de Piano da Escola Nacional de Música de Manágua. Tem proferido palestras e “masterclasses”, além do Brasil, na Argentina, Peru, America Central, Porto Rico, México, Estados Unidos e Itália.
 
No Brasil Licia Lucas desenvolve intensa atividade pedagógica, é membro Titular e Presidente da Academia Nacional de Música; membro do “Comité D’Honneur” da Fundação João de Souza Lima e na França é membro do “Comité D’Honneur” da Fundação Franz Liszt. É fundadora da Academia Nicaragüense da Música e Presidente de Honra da Orquestra Jovem da Nicarágua, tendo recebido a Medalha de “Amiga e Mecenas da Arte e da Cultura Nacional” neste país, apoiando também no Brasil o projeto de diversas orquestras jovens.
 
Familiar aos palcos do mundo, suas apresentações garantiram-lhe grande admiração por parte do público e da crítica. Na Itália o jornal L'Osservatore Romano escreveu a propósito:
 
“Inteligência e admirável intuição poética... sensibilidade agógica e dinâmica, limpidez de toque..de forma a obter admiração geral e o entusiasmo do público”.
 
“Magnífica, gloriosamente sincera” escreveu o “Diário Popular” de São Paulo, considerando Licia Lucas na Lista dos Melhores da Música. “Sua interpretação emparelha a dos maiores pianistas, como Vladimir Horowitz”. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS CONVIDA PARA PAINEL DA SAUDADE EM LOUVOR À MEMÓRIA DE SALVADOR MATA E SILVA.

 
 
 
ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS convida para Painel da Saudade em louvor à memória de Salvador Mata e Silva. Orador: Gilson Rangel Rolim. Dia 28 – quarta-feira, às 17 horas. LOCAL: Sede da Academia Niteroiense de Letras. ENDEREÇO: Rua Visconde do Uruguai, 456 - Centro - Niterói. Entrada franca.
 
 
UM POUCO SOBRE O ORADOR
GILSON RANGEL ROLIM
 
 
 
Escritor, Gilson Rangel Rolim nasceu em 13 de abril de 1929, na cidade de Mimoso do Sul (ES), filho do também escritor Lauro de Azevedo Rolim e Maria Izabel Rangel Rolim. Obteve o grau de Contador – equivalente, hoje em dia, ao de Ciências Contábeis – na antiga Academia do Comércio do Rio de Janeiro, atual Universidade Cândido Mendes – UCAM.
Deixou a cidade natal aos dois anos, seguindo para a localidade de Chave de Santa Maria, no município de Campos e, depois de se mudar para Niterói, Macaé e Rio de Janeiro, voltou, em 1947, à Niterói, onde fixou residência durante as décadas seguintes.
Sua carreira literária teve início em 1954, quando tornou-se cronista do jornal Diário do Povo, e em uma coluna pertencente ao “Praia Grande em Revista”, semanário dirigido por Carlos Couto, ambos publicados em Niterói. Além disso, chegou, entre 1966 e 1967, a publicar trabalhos poéticos na página literária “Prosa & Verso”, do jornal “O Fluminense”, sob a direção de Sávio Soares de Souza e Marcos Almir Madeira.
 
Em 1968, escreveu os versos da canção "Eu andei pelo mundo", melodia composta por Frederico Leite Pereira, que foi classificada em oitavo lugar no Festival da TV Excelsior. Em 1988, sob o patrocínio da empresa Nitriflex, onde trabalhou por dezesseis anos, teve publicado o livro "Alguns Versos, Alguma Poesia". Em 2004, o livro “O Tempo Nem me Viu Passar”, com prefácio e edição de Iderval Garcia, e, em 2006, "Dois Momentos", pela Editora Canto das Letras. Pela Editora Nitpress, publicou “Um Simples Curso D’água” (2008), “Estação Oitenta” (2009), “Na Poeira do Tempo” (2010) e “Puxando Conversa” (2011) e outros.
Além disso, muitos de seus trabalhos foram desenvolvidos sob a forma de livros artesanais, portanto circulados de forma restrita e inédito para o público geral, como a obra “Contos, Versos & Outros Escritos”, entre outras.
Na área musical, chegou a estudar com o professor Sylvia Vianna, autor de grande sucesso em Icaraí, nos anos 50, e desta experiência resultaram diversas composições, sendo parte delas registradas em “O Tempo Nem Me Viu Passar”.
 
Crítica
 
Senhor de imponente senso de brasilidade, Rolim é um capixaba que canta, poeticamente, a terra fluminense e aqui fez morada em Niterói, trazendo para esta terra sua fórmula poética, relicário de tradições. O fôlego literário de Gilson deve-se muito à presença do seu pai, o também escritor Azevedo Rolim, que soube transmitir as palavras com linguajar acessível e, sobretudo impressionar o leitor com entrelaçamento de ficção e realidade, aliás, esse é um dos temas muito escrito da atualidade. Dai conclui-se que suas escrituras são muitas complexas e que não ficaram nas dobras do tempo esperando que o Rio Macaé as leve em suas águas. Não! O escritor sempre ressurge com algo novo e energético. Gilson Rolim é um desses intelectuais completos e serenos. Seus conhecimentos vão da literatura à sua profissão de contador, valiosa ocupação que tanto a absorveu por muitos tempos. Apesar de que nosso convívio seja relativamente recente, já pude aquilatar a grandeza da sua competência literária e a sua vontade de querer um mundo melhor para a sociedade intelectiva”. Alberto Araújo, 6 de outubro de 2016, Focus Portal Cultural.
 
 
 
UM POUCO SOBRE SALVADOR MATA E SILVA - ACADÊMICO HOMENAGEADO
 
 
SALVADOR MATA E SILVA foi professor, orientador educacional, jornalista, historiador, historiógrafo, pesquisador, biógrafo, escritor, ensaísta, cronista, poeta, trovador, acadêmico e comendador.
 
Filho do sergipano Aristóteles Vianna e Silva (coronel intendente do exército) e da maricaense Elisiária Matta e Silva (professora de trabalhos manuais e poetisa).
 
Nasceu em Aracaju (SE), em 11 de julho de 1943. Veio para a cidade do Rio de Janeiro com oito meses de nascimento. Aos oito anos de idade passou foi morar em Niterói.
 
No jornalismo, tem escrito para muitas publicações, entre os quais, o Jornal de Maricá (onde manteve, por vários anos, a coluna Vultos Fluminenses); jornal A Tribuna, Letras Fluminenses, Jornal Icaraí (todos de Niterói); Folha Gonçalense, jornal O São Gonçalo, jornal Infoco, jornal Jornada, Nosso Jornal de Notícias, Jornal Gradim e outros (São Gonçalo–RJ); Folha Itaboraiense (Itaboraí–RJ); no Rio de Janeiro, a Revista Expedicionário; e outros jornais, em outros municípios.
 
Em sua militância na imprensa, atuou como colaborador, repórter, articulista, jornalista responsável e diretor responsável.
Escreveu nas revistas: Lazer, O expedicionário, Jornada, Demodê, Evidência, Enfoque e outras.
 
Fundou os periódicos: Olho vivo (E.M. Estephania de Carvalho), O Liceísta (Liceu Nilo Peçanha), Jornal e Revista Jornada, O Transporte, O Maricaense, O Informativo CAPEN, o jornal Mercado de Trabalho, jornal O Quadro Negro, jornal O Pio XII, jornal Monsenhor Reader, jornal Jean Piaget, O Colubandê, jornal Costa Verde, jornal Folha de Itaboraí, jornal Caravelas News e outros órgãos.
 
Durante sua vida de escritor já publicou mais de uma centena de trabalhos, entre história regional, história do Brasil, educação, biografia, memória, crônica, ensaio e trova. No jornalismo foram mais de mil artigos publicados em jornais e revistas.
Foi fundador de vários institutos históricos (Friburgo, Magé, São Gonçalo e Bom Jardim); fundador do MEMOR (Instituto Gonçalense de Memória, Pesquisas e Promoções Culturais), do IPDESG (Instituto de Pesquisa, Estudos e Desenvolvimento de São Gonçalo), co-fundador da ANE (Associação Niteroiense de Escritores), co-fundador do Clube Filatélico de Niterói, co-fundador da feira Filatélica de Niterói, Icaraí (extinta) e outras instituições.
 
Membro da Academia Gonçalense de Letras, Artes e Ciências (AGLAC), da Academia de Ciências e Letras de Maricá, Academia Itaboraiense de Letras, Ciências e Artes (AILCA), Academia Niteroiense de Letras, Academia Fluminense de Letras, Academia de Ciências e Letras do Estado do Rio de Janeiro, Academia Guanabarina de Letras, Academia Brasileira de Literatura, Academia Carioca de Letras, Academia Sergipana de Letras, Cenáculo Fluminense de História e Letras; Instituto Histórico Geográfico de Niterói, Instituto Histórico e Geográfico de São Gonçalo.
 
 
 
 
 
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sábado, 24 de junho de 2017

ENCONTRO DE MACHADO DE ASSIS & ARTHUR AZEVEDO, NO SOLAR DO JAMBEIRO.


 
 
 
No dia 27 de junho, às 20 horas, o Solar do Jambeiro reapresenta o espetáculo "Encontro de Machado de Assis & Arthur Azevedo", de Leonardo Simões.

Com elenco renovado e comemorando 25 anos de sua criação, o espetáculo itinerante, que já integra o imaginário da cidade, contará nessa temporada com um sarau de abertura.
 
 

 

 
 
 
 
 
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), classificação indicativa: 12 anos.

Montada originalmente em 1992, e em sua sexta temporada no Solar, a encenação de Leonardo Simões percorre os diversos espaços do casarão, tendo a própria ambientação arquitetônica do lugar como cenário para a apresentação das pequenas cenas de Machado de Assis e de Arthur Azevedo, que no espetáculo são reunidos como anfitriões e guias dessa viagem no tempo. Os espectadores são transportados à chamada Belle-Epóque, durante 80 minutos de humor, poesia, música, literatura e muitas referências históricas.
 

Encontro de Machado de Assis & Arthur Azevedo terá no elenco: Leonardo Simões, como Machado de Assis e Marcelo Mattos, como Arthur Azevedo, além de Raquel Penner, Fernanda Guerreiro, Cristina Guimarães, Camila Ferolla, Marcello Sader, Wanderson Bernardo e o violonista Juan Paz.

A cada semana, o sarau receberá uma cantora: Luiza Vieira no dia 06/06, Chiara Santoro no dia 13/06, Bianca Oliveira no dia 20/06 e Mona Vilardo no dia 27/06. No dia 20, data em que se comemora o aniversário de Machado de Assis, haverá uma apresentação especial, às 16h30.

O Espetáculo

Uma correalização do NEPAC e das Companhias Fabricarte e Sassaricando, "Encontro de Machado de Assis & Arthur Azevedo" é um espetáculo teatral itinerante que, por meio da Literatura, da Música e da História, propõe uma viagem à virada do século XIX para o século XX, a chamada Belle-Epóque, com suas intensas transformações sociais e urbanas. A afirmação da República, os costumes e o pensamento da época.


Machado de Assis, iterpretado por
Leonardo Simões



Criado em 1992, no Museu do Ingá, e após seis temporadas da remontagem no Solar do Jambeiro (nos anos de 2004, 2005, 2012, 2013 e 2014), o espetáculo alcançou um público superior a 10.000 espectadores. Nesse período, incluem-se também duas versões transpostas para o palco italiano: em 2006, no Teatro da UFF, com o título adaptado para Cenas Brasileiras; e em 2008, no teatro da Academia Brasileira de Letras, por ocasião das homenagens pelo centenário da morte dos dois autores, ambos falecidos no ano de 1908, nos dias 29 de setembro (Machado) e 22 de outubro (Arthur).

Joaquim Maria Machado de Assis, nascido no Rio de Janeiro, em 1839, foi um escritor brasileiro, amplamente considerado como o maior nome da literatura nacional. Escreveu em praticamente todos os gêneros literários, sendo poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista, e crítico literário. A obra de Machado de Assis assume uma originalidade despreocupada com as modas literárias dominantes de seu tempo. A crítica moderna confere ao autor o título de melhor escritor brasileiro de todos os tempos, e sua obra é vista hoje em dia de fundamental importância para as universidades e a vida acadêmica em geral no país.
 
Arthur Azevedo, iterpretado por Marcelo Mattos.
 
 

 
Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo, nascido em São Luís, em 1855, foi um dramaturgo, poeta, contista e jornalista brasileiro. No conto e no teatro, Artur Azevedo foi um descobridor do cotidiano da vida carioca e observador dos hábitos da capital. Os namoros, as infidelidades conjugais, as relações de família ou de amizade, as cerimônias festivas ou fúnebres, tudo o que se passava nas ruas ou nas casas forneceu assunto para as histórias. No teatro foi o continuador de Martins Pena e de França Júnior. Escreveu cerca de duzentas peças para teatro e tentou fazer surgir o teatro nacional, incentivando a encenação de obras brasileiras. É um poeta lírico, sentimental, e seus sonetos estão perfeitamente dentro da tradição amorosa dos sonetos brasileiros.

Ficha Técnica

Textos originais: Arthur Azevedo e Machado de Assis
Concepção, Adaptação, Direção e Produção: Leonardo Simões
Figurinos e Adereços: Cátia Vianna
Fotografias: Elizabeth Penner
Direção Musical e Orientação Vocal: Victor Salzeda
Coordenação de Projetos: Raquel Penner
Assistente de Produção: Rafael Barcelos
Realização integrada: NEPAC, Companhia Fabricarte e Cia. Sassaricando.
 
 
 
Serviço

Encontro de Machado de Assis & Arthur Azevedo
Data: Todas as terças-feiras de junho de 2017
Horário: 06, 13 e 27 às 20h e 20 às 16h30
Duração: 80min
Ingressos: R$ 30,00 (inteira)
Reserva de ingressos no e-mail: contato.nepac@gmail.com
Classificação etária: Não indicado a menores de 12 anos.


Local: Solar do Jambeiro
Endereço: Rua Presidente Domiciano, nº 195, São Domingos
Telefone: (21) 2109-2222



 
 
 
 
 
 
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sexta-feira, 23 de junho de 2017

UTOPIA SELVAGEM É A OBRA EM DISCUSSÃO, NO CLIC - CLUBE DE LEITURA DE ICARAÍ, NO MÊS DE JULHO DE 2017. CONFIRA.

 
 
 
UTOPIA SELVAGEM É A OBRA EM DISCUSSÃO, NO CLIC - CLUBE DE LEITURA DE ICARAÍ.
Data do Debate: 20/7/2017 às 19 h no CLIc.
Rua Miguel de Frias. Icaraí, Niterói. RJ. 
 
 
 
Capa do livro Utopia Selvagem
de Darcy Ribeiro.
 
 
 
 
Com a exuberância de imagens e sentidos que marca sua produção literária, em "Utopia Selvagem" Darcy Ribeiro pinta com tons fortes a beleza que uma sociedade adquire ao ser composta por um mosaico de cores e culturas diferentes.
 
O mergulho num mundo que não lhe é familiar funciona como uma janela que o autor nos abre para, ao seu lado, contemplarmos o verdadeiro tesouro: a sociabilidade nativa. Juntando elementos históricos e míticos, Darcy sugere que a miscigenação é uma prática que remonta às origens da espécie humana e tece uma fabulosa história na qual valoriza o hibridismo cultural vivenciado nas terras americanas.
 
 

'Utopia selvagem' conta a história do negro gaúcho Pitum ou Orelhão, cujo nome verdadeiro é Gasparino Carvalhal, tenente do Exército que, quando lutava na Guerra da Guiana à procura do Eldorado, foi engolido por uma cortina branca. A partir daí, tornou-se prisioneiro das Amazonas, mulheres guerreiras, que, tendo recusado o contato com os homens, passaram a mantê-lo como seu único fornicador e reprodutor. Depois de um certo tempo, Pitum é arremessado para outro lado da cortina branca, onde encontra uma tribo de índios e conhece duas freiras missionárias, Uxa e Tivi, que o proíbem de ter relações sexuais com as mulheres, pelo que o tenente trava suspeita amizade com o índio Ãxi. Na tribo, convive com o vingativo pajé Cunhãbembe e o tuxaua Calibã, papo-furado e banana. Até que Próspero, o Imperador Impoluto, instaura a 'Utopia Multinacional', com suas estruturas do Poder e do Gozo, fazendo o contraponto com a sociedade-padrão das multinacionais. Toda a tribo então embarca num deslumbrante barato coletivo...

 
 
 
 
 
 
Darcy Ribeiro nasceu em Montes Claros, 26 de outubro de 1922 foi um antropólogo, escritor e político brasileiro, conhecido por seu foco em relação aos índios e à educação no país.
Suas ideias de identidade latino-americana influenciaram vários estudiosos latino-americanos posteriores. Como Ministro da Educação do Brasil realizou profundas reformas que o levou a ser convidado a participar de reformas universitárias no Chile, Peru, Venezuela, México e Uruguai, depois de deixar o Brasil devido à ditadura militar de 1964.
Foi casado com a etnóloga e antropóloga Berta Gleizer Ribeiro, até 1974. Faleceu em Brasília, 17 de fevereiro de 1997.

 
 
 
 
ASSISTA DARCY RIBEIRO
NO PROGRAMA RODA VIVA
CLICAR NA IMAGEM
 
 

 
 
 
 
 
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terça-feira, 20 de junho de 2017

MAC - MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE NITERÓI INAUGURA EXPOSIÇÃO INÉDITA COM SUA COLEÇÃO.


 
De Adriana varejão - elegia mineira
crédito fotográfico de Paulinho Muniz.

 

 
 
 
 
O Museu de Arte Contemporânea de Niterói abre, pela primeira vez, uma grande exposição, em seu salão principal, só com obras da sua própria coleção pública. A inédita mostra - “Coleção MAC Niterói: arte contemporânea no Brasil” - entra em cartaz no museu no dia 24 de junho, a partir das 10h. Também no dia 24, estreia, na varanda do museu, a exposição “Eu só vendo a vista”, do artista Marcos Chaves. Já na Praça do MAC, entre 16h e 21h, haverá a performance “Isso não é uma festa”, com os DJs e artistas Edu Castelo e Saulo Laudares e projeções de vídeos na fachada. O público terá ainda foods bikes para complementar a programação.
 
 
De Cildo Meireles - Rio Oir.
 
 
 
Atrações:
 
“Coleção MAC Niterói: arte contemporânea no Brasil”
Assinada pela nova curadoria do MAC, formada pelos pesquisadores de arte, Pablo León de la Barra e Raphael Fonseca, será a primeira vez que há uma exposição composta só por peças da coleção MAC – coleção pública constituída ao longo de quase 21 anos, por meio de doações de artistas e colecionadores.
 
O público vai poder conferir, no Salão principal do museu, cerca de 50 trabalhos, entre esculturas, pinturas, vídeo, gravuras e objetos, de importantes artistas, como Adriana Varejão, Celeida Tostes, Cildo Meireles, Daniel Senise, Gustavo Esperidão, Hugo Houayek, Márcia X, Nuno Ramos, Regina Silveira, Ricardo Basbaum, entre outros.
 
Exposição: “Eu só vendo a vista”, do artista Marcos Chaves
 
Também com a curadoria da dupla Pablo León de la Barra e Raphael Fonseca, a exposição é um desdobramento do múltiplo “Eu só vendo a vista”, produzido pelo artista em 1997.
A instalação, pensada especificamente para o espaço da varanda do MAC Niterói, estabelece uma relação entre a arquitetura do local e a vista do entorno, provocando reflexões sobre o valor da arte, a apropriação da imagem pública, o ócio e a relação do público com um museu.
 

 
 
De Fabio Miguez - sem título - 1985
Foto de Paulinho Muniz.
 
 
 
Performance: “Isso não é uma festa”
 
O evento une arte e música, mas como o próprio nome diz, não se trata de uma festa (o título remete ao quadro famoso de Magritte – ‘Isso não é um cachimbo’ –, que traz a discussão da mimese), mas sim de um momento de interação artística e de confraternização com os DJs e artistas Edu Castelo e Saulo Laudares. Haverá projeções na fachada do MAC, música e bikes foods, na Praça do museu.
 
 
 
 De Regina Silveira - blue skies.
 
 
 
 
 
 
SERVIÇO
 
Exposições:
COLEÇÃO MAC NITERÓI:
ARTE CONTEMPORÂNEA NO BRASIL”
(Salão Principal)
“EU SÓ VENDO A VISTA”, de Marcos Chaves
(varanda)
Abertura: 24 de junho, às 10h
Em cartaz até 1 de outubro de 2017.
 
 
 
 
 
 
 
 
Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingressos para as exposições: R$ 10 (inteira)
Estudantes, professores e pessoas acima de 60 anos pagam meia (R$ 5).  Entrada gratuita para estudantes da rede pública (ensino médio), crianças de até 7 anos, portadores de necessidades especiais, moradores ou nascidos em Niterói (com apresentação do comprovante de residência) e visitantes de bicicleta. Na quarta-feira, a entrada é gratuita para todos.
 
Performance “ISSO NÃO É UMA FESTA”
Com os DJs e artistas Edu Castelo e Saulo Laudares
Data: 24 de junho
Horário: das 16h às 21h (a performance, na Praça do MAC, tem entrada gratuita)
 
Local:
Museu de Arte Contemporânea de Niterói – MAC Niterói
Endereço: Mirante da Boa Viagem, Niterói-RJ
Telefone: (21) 2620-2400


 
 
 
 
 
 
O MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE NITERÓI (MAC) é um museu de arte contemporânea brasileira localizado na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, no Brasil. A obra foi inaugurada no dia 2 de setembro de 1996. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o MAC tornou-se um dos cartões-postais de Niterói.
Destina-se principalmente a obras pertencentes à arte contemporânea brasileira da década de 1950 até hoje. O museu possui um acervo de 1 217 obras da Coleção João Sattamini. Um conjunto reunido desde a década de 1950 pelo colecionador João Sattamini, constituindo a segunda maior coleção de arte contemporânea do Brasil.
Construído sobre o Mirante da Boa Viagem, na orla de Niterói, o museu, com sua fachada futurista, possibilita que o visitante desfrute de vistas panorâmicas que se lhe oferecem quer fora do museu, a partir do pátio, quer dentro do museu por um olhar pelo anel de janelas que divide este gigantesco "prato de concreto" em duas faixas.
O MAC ainda disponibiliza atividades educacionais desde 1996, chamadas de Desafios Comunicativos da Arte Contemporânea, com o intuito, segundo a administração do museu, de incentivar a produção artística contemporânea, que se coloca exposta em um espaço público onde circulam indivíduos não pertencentes ao mundo da arte.
 
 
 




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FONTE:
Assessora de Imprensa – MAC         
ASCOM Secretaria de Cultura/ FAN

 

Secretaria Municipal de Cultura - Niterói 
Fundação de Arte de Niterói - FAN
Telefone: 55 (21) 2621-5050 - ramal: 227
e-mail: 
culturaniteroi@gmail.com
Rua Presidente Pedreira, 98, Ingá,
Niterói - RJ - CEP: 24210-470.