terça-feira, 24 de janeiro de 2017

VICTOR BIGLIONE FAZ TRIBUTO A JIMI HENDRIX, NESTE SÁBADO, 28, NA LAPA. IMPERDÍVEL!!!

 
Victor Biglione - Guitarrista.

 
 
 

O guitarrista argentino radicado no Rio de Janeiro fará, neste sábado, 28, às 23:30h, na Lapa, um tributo ao maior guitarrista de todos os tempos, Jimi Hendrix, para fechar com chave de ouro o Rio Rock & Blues Festival 2017. Acompanhado por Dário Toddy (baixo) e Fábio Cezanne (bateria), Victor Biglione vai apresentar releituras de sucessos como “Foxy Lady” e “Room Full of Mirrors”, dentre outras.
 
Victor Biglione - Guitarrista.
 
Apaixonado pelo rock e derivados, Victor Biglione absorveu toda a cultura dos anos 60, junto aos acontecimentos históricos da época, como a contracultura e os conflitos raciais nos EUA. A intensa presença de Jimi Hendrix influenciou o guitarrista a seguir no mundo da música, e agora ele mostra todo o trabalho do americano em um tributo de sucessos que evidencia a fusão entre o rock clássico e as referências latino-americanas na sonoridade do próprio Biglione, transformando seus riffs em um som único e universal.
 
Victor Biglione - Guitarrista.
 
 
Nascido em Buenos Aires e consagrado no Brasil, Victor é considerado um dos maiores guitarristas e violonistas da atualidade. Além de ter uma carreira solo consolidada, o músico também tem uma larga experiência internacional, atuando com nomes como Steve Hackett (Genesis), Andy Summers (The Police), Sergio Mendes, John Patitucci (Chick Corea), entre outros. É o estrangeiro com a maior participação em gravações e shows na história da MPB.
 
 
Victor Biglione - Guitarrista.
 
 
 
 
SERVIÇO
28/01 – sábado – Victor Biglione
faz tributo a Jimi Hendrix no Rio Rock & Blues.
Local: Rio Rock & Blues - Palco principal
Horário:23:30
Endereço: Rua Riachuelo, 20 Lapa - Rio de Janeiro
Fone: (21) 98587-2334
Ingressos: R$35,00.
 
 
 
 
APOIO NA DIVULGAÇÃO
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FONTE:
Cezanne Comunicação -
Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

SALA DE CULTURA LEILA DINIZ INICIA 2017 AO SOM DA MÚSICA NACIONAL. UM ANO NOVO PARA O PROGRAMA APRENDIZ.


 
 
 
 
Um Novo Ano para o
Programa Aprendiz
Sala de Cultura Leila Diniz inicia 2017
ao som da música nacional


    Com a alegria do recomeço, de braços abertos e com muita música. Assim começa mais um ano repleto de programações na Sala de Cultura Leila Diniz. Abrindo as portas para 2017, o Programa Aprendiz – Música na Escola apresenta, no dia 25 de janeiro, às 12h30, o músico Tiago Souza para o pré-lançamento do seu novo CD, “De Soslaio”.

     Na apresentação, Tiago traz uma pequena mostra do choro contemporâneo, relembrando os diversos ritmos do gênero, além de ressaltar os grandes nomes da música brasileira com canções de Luiz Gonzaga, Orlando Silveira, Baden Powell, entre outros. Para o músico, lançar seu primeiro disco na Sala de Cultura Leila Diniz é um motivo de grande orgulho. “Estou muito feliz com essa oportunidade! Para aqueles que apreciam o choro, do tradicional ao moderno, essa será uma boa oportunidade de juntos compartilharmos essa experiência musical!” disse. O evento é gratuito.
 
 
 

SERVIÇO

Pré-lançamento do CD "De Soslaio",
de Tiago Souza
Data: 25/01/2017 (quarta-feira)
Endereço: Rua Professor Heitor Carrilho, 81
Centro – Niterói - RJ- Brasil.
Horário: 12h30min.
 
ENTRADA FRANCA



 
 
 
 
 
 
APOIO CULTURAL
 
 
 
 
 
 
 
 
 


sábado, 21 de janeiro de 2017

UM LIVRO É O MELHOR PRESENTE! A EDITORA COMPANHIA DAS LETRAS INDICA 6 LIVROS DE POESIA, O FOCUS PORTAL CULTURAL REPASSA PARA VOCÊ. CONFIRA.



Baseado em listagem da renomada Editora Companhia das Letras, o Focus Portal Cultural repassa a indicação de 6 livros de poesia,  que são os sugeridos pela importante editora para sua leitura habitual em seu dia-a-dia.
 
1. Poema sujo, de Ferreira Gullar.






Poema sujo é um clássico contemporâneo. Escrito por Ferreira Gullar durante seu exílio na Argentina e publicado originalmente em 1976, o poema transformou a paisagem da poesia brasileira com sua torrente arrebatadora de versos, expressão máxima de uma subjetividade convulsa pela atmosfera sufocante da ditadura. Esta edição é a primeira publicada pela Companhia das Letras, que também lançará novas edições da obra poética de Ferreira Gullar. 
 
2. Um amor felizde Wislawa Szymborska.
 
 

Wislawa Szymborska ganhou o Prêmio Nobel de literatura em 1996. Sua primeira coletânea de poemas lançada aqui, Poemas, conquistou os leitores brasileiros. A segunda reunião de seus escritos, Um amor feliz, equilibra-se entre o rigor e a observação dos fatos, sempre num tom levemente informal – a despeito da cuidadosa construção dos versos. Falando de amores e da vida cotidiana, a escritora ergueu uma obra que toca os leitores e influencia novas gerações. Regina Przybycien, tradutora deste volume, venceu o Prêmio APCA 2016 na categoria Tradução. 
 
3. O livro das semelhanças, de Ana Martins Marques.
 
 

O livro das semelhanças está entre os melhores lançamentos de poesia deste ano, tanto que ficou com o terceiro lugar do Prêmio Oceanos. Terceiro livro de Ana Martins Marques, seus versos comunicam e são certeiros, a nota lírica vem sempre acompanhada de uma visão irônica — e delicada — da realidade. Dividido em quatro seções, os poemas despertam o leitor para o prazer iluminador e sensível de uma voz forte e original. Do amor à percepção de que há um espaço para o lugar-comum, do entendimento da precariedade do nosso tempo à graça proporcionada pela memória: eis uma poeta que nos fala diretamente. Ou, como diz em um de seus versos: "Ainda que não te fossem dedicadas / todas as palavras nos livros / pareciam escritas para você".
 
4. Escuta, de Eucanaã Ferraz.
 
 
Escuta também foi um dos grandes lançamentos de 2016, que estava entre os dez finalistas do Prêmio Oceanos. A morte é o principal tema do livro de Eucanaã Ferraz. Suicídios, assassinatos e guerras surgem por vezes em cenas que parecem saídas de noticiários. É também significativo que uma das seções do livro tenha por título “Memórias póstumas”, dedicada “à memória de todos os amantes/ mortos em combate”. Para equilibrar esse quadro, uma das partes do livro se chama “Alegria”. O leitor vê-se então arrastado por um feixe intenso de cores, vibrações e desejos. Há ternura e lirismo, mas também ironia e humor. Decididamente urbanos, os poemas percorrem uma vasta geografia, que tanto podem remeter ao extermínio e ao aniquilamento - Ruanda, Congo ou Líbano - quanto se voltar para um Brasil distante das capitais - Cruzeiro do Oeste, Nova Friburgo, Campos Altos, Leopoldina, Dores do Turvo. Neste livro, tomamos parte numa penetrante escuta do mundo. 
 
5. A teus pés, de Ana Cristina Cesar.
 
 

Autora homenageada da Flip 2016, livros há anos esgotados de Ana Cristina Cesar voltaram às livrarias. Depois de reunir toda a sua obra em Poéticaa Companhia das Letras lançou pela coleção Poesia de Bolso A teus pés, único livro de Ana Cristina lançado por uma editora enquanto estava viva. Além de material inédito, a obra reunia os três breves volumes que a autora havia publicado entre 1979 e 1980 em edições caseiras: Cenas de abril, Correspondência completa e Luvas de pelica. Esta edição inclui também uma cronologia da autora.


6. Livro sobre nada, de Manoel de Barros.




Em 2016, comemoramos o centenário de um dos grandes nomes da poesia brasileira: Manoel de Barros. O poeta está ganhando reedições de toda a sua obra, e uma delas é a de Livro sobre nada, uma poesia vibrante que desacata as normas e convenções sociais e um dos livros mais conhecidos do autor. Dividido em quatro partes, Livro sobre nada traz poemas curtos em que desconstrói a linguagem para reorganizar um mundo singular, em que expressa de forma contundente sua adesão a tudo que não tem importância, é solitário ou vazio. Como ele mesmo explica ao leitor, “o ‘nada’ do meu livro é nada mesmo”.

Quer mais dicas? Participe do Companhia Indica e receba indicações personalizadas de leituras que são ótimos presentes.

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

OS SALTIMBANCOS TRAPALHÕES - RUMO A HOLLYWOOD. ESTREIA NOS CINEMAS. CONFIRA O TRAILER OFICIAL.

CLICAR NA IMAGEM PARA ASSISTIR
AO TRAILER OFICIAL.
 


CLICAR NO LINK DO CANAL YOU TUBE
 




 
 
 

Metade dos Saltimbancos Trapalhões está de volta! Estreia mês que vem Os Saltimbancos Trapalhões – Rumo a Hollywood, 50º filme (!) da carreira de Renato Aragão. Assim como o sucesso de 1981, o longa é baseado na peça Os Saltimbancos, de Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov, traduzida para o português por Chico Buarque e inspirada num conto dos irmãos Grimm.
 
 
 
 
 
 
Na trama, quando o Grande Circo Sumatra corre sério risco de ser fechado por conta da proibição do uso de animais nos números, Didi tem a grande ideia que promete salvar o emprego de todos: um novo espetáculo elaborado com parceiros improváveis. 


Letícia Colin, Emílio Dantas, Alinne Moraes, Livian Aragão, Rafael Vitti e Dedé Santana interpretam seus aliados, enquanto Nelson Freitas, Marcos Frota e Roberto Guilherme são da vilania.

Dirigida por João Daniel Tikhomiroff (Besouro, Didi, O Peregrino), a comédia musical tem ainda Dan Stulbach, Maria Clara Gueiros e Marcos Veras no elenco. 
 
 
 
 
Brasil, 2016, 99’, Livre De João Daniel Tikhomiroff Com Renato Aragão, Dedé Santana, Letícia Colin, Emílio Dantas, Alinne Moraes.
 
 
Didi Mocó e Karina têm a difícil missão de ajudar o Grande Circo Sumatra a sair de uma grave crise financeira. Quando Barão, dono do circo, aceita propostas de mau gosto do corrupto prefeito da cidade, eles decidem se reunir para montar um novo número e voltar a atrair o público. O roteiro surge a partir dos sonhos malucos de Didi, em que ele conversa com animais falantes, e logo começam os ensaios. Mas além do prefeito, eles ainda terão que enfrentar a arrogância do gerente do circo, Assis Satã, e sua cúmplice, Tigrana, para tentar salvar o circo e levar adiante a ideia de um novo e sensacional espetáculo.
 
 
 
 
 
Os Saltimbancos Trapalhões – Rumo a Hollywood 
chegou aos cinemas dia 19 de janeiro.
 
 
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

GUIA DE LEITURA: 100 AUTORES QUE VOCÊ PRECISA LER. ORGANIZAÇÃO: LÉA MASINA.

 

 

 

Saiba o que você deve ler
 
 
O que ler, dentre tantas possibilidades que se apresentam na vida – demasiado curta para abranger toda a literatura clássica e os novos autores que surgem a cada dia?
 
Esta é uma questão que se coloca a todos os leitores. Guia de leitura: 100 autores que você precisa ler apresenta, de modo sucinto e claro, cem escritores que se destacam no ramo da ficção e que, através dos séculos, deixaram sua marca na imaginação humana. O leitor encontrará aqui um breve texto sobre a vida de cada um deles, uma relação dos títulos mais importantes por autor seguidos de um ensaio escrito por críticos literários, jornalistas, escritores e professores; pessoas, em suma, apaixonadas pela leitura.
 
Abrangendo narradores tanto estrangeiros como brasileiros, do século V (a.C.) da Grécia antiga ao século XX, o livro reúne os principais nomes do chamado cânone da literatura ocidental: homens e mulheres geniais que, quer por sua originalidade estilística, narrativa ou temática, atravessam o tempo, sendo lidos e relidos por aqueles que apreciam bons contadores de histórias.
 
Guia de leitura: 100 autores que você precisa ler se propõe a ser não uma lista exaustiva de escritores e obras, mas um valioso livro de referência, um companheiro para todos aqueles que se aventuram e se deleitam nos imprevisíveis e fascinantes caminhos que a literatura sempre está a inventar.
 
Este livro relaciona cem narradores cujas obras integram o chamado cânone da literatura ocidental. Referidas pela crítica e registradas em enciclopédias, dicionários, histórias da literatura e catálogos de editoras, elas fazem parte de um legado cultural comum a leitores capazes de apreciar mais do que a originalidade temática e a intriga: esse tipo de leitores valoriza também a urdidura dos textos e sua qualidade literária que resulta, quase sempre, em uma história bem contada.
 
O que torna uma obra canônica, além de sua legitimação institucional, é a consagração pelo tempo. Assim, à margem da tendência ora dominante de questionar o cânone literário institucionalizado, acredito que esta seleção será útil porque sugere boas e variadas leituras. Nela se incluem autores brasileiros e estrangeiros consagrados, dentro da proposta de um limite de até seis textos, selecionados como representativos da obra principal de cada autor. Nesse sentido, foi minha intenção atender às necessidades expressas por alunos universitários e amigos, incluindo títulos estrangeiros traduzidos para a língua portuguesa.
 
Vê-se, pois, que a relação das obras foi elaborada com critérios múltiplos, do gosto pessoal e da importância da obra para os estudos literários à sua inserção na memória da comunidade cultural em que se movimentam os leitores de hoje.
 
Léa Masina
 
 
 










Léa Masina
é escritora e professora.
 
 
 
 
 
 
Léa Masina - escritora.

 

Léa Sílvia dos Santos Masinapossui graduação em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1968), mestrado em Letras pela UFRGS (1980) e doutorado em Letras pela mesma universidade (1998). Atualmente é professora associada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Letras, com ênfase no trabalho com escritores, qualificação de originais e crítica literária, atuando principalmente nos seguintes temas: Alcides Maya, literatura brasileira, literatura comparada, literatura latino-americana e literatura sul-riograndense.
 
 
Pela L&PM, organizou o Guia de leitura: 100 autores que você precisa ler (2008). Também publicou: Uma questão de liberdade (IEL/Tchê, 1993); Percursos de leitura (IEL/Movimento, 1994); Alcides Maya: um sátiro na terra do Currupira (IEL/Unisinos, 1998); Textos críticos de Alcides Maya (Movimento/UFSM, 2004); A Geração de 30 no Rio Grande do Sul: literatura e artes plásticas (juntamente com Mirna Appel) (Editora da UFRGS, 2000); Literatura comparada e psicanálise (com Vera Cardoni) (Sagra Luzatto/Editora da UFRGS, 2002); A leitura partilhada (Movimento/UFSM, 2005).

 
 
 
 
 
 
 
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FONTE:
 
 
 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

MÚSICA NO MUSEU APRESENTA 270 ANOS DE MÚSICA CLÁSSICA BRASILEIRA. IMPERDÍVEL!


 


 

 
MÚSICA NO MUSEU

Janeiro 2017

270 anos de música clássica brasileira

 


Música no Museu abriu sua temporada de concertos 2017, no dia 13 de janeiro no Centro Cultural Justiça Federal iniciando as comemorações de 270 anos de música clássica no Brasil ou seja 130 anos de Villa-Lobos, 120 anos de Francisco Mignone e 20 anos do Música no Museu.



HEITOR VILLA-LOBOS
 

FRANCISCO MIGNONE




HEITOR VILLA-LOBOS e FRANCISCO MIGNONE, sem dúvida, são os dois maiores nomes da música brasileira de todos os tempos. Nascidos com exatos dez anos de diferença, em 2017 comemoraremos 130 anos de Villa-Lobos e 120 de Mignone.
 
 
HEITOR VILLA-LOBOS


Villa-Lobos pode ser apontado, com segurança, como o maior gênio brasileiro. Apaixonado pelo nosso país, admirado por seus pares brasileiros e estrangeiros, divulgou o Brasil como ninguém. Considerava a música a mais importante das artes, por isso, dedicou-se com paixão à educação musical dos jovens através da prática do canto coral, com apresentações em grandes concentrações públicas, até mesmo em campos de futebol. Organizou bandas e cursos de música. Além de criar obras geniais, registrou em partitura o nosso folclore, as canções de roda e o universo infantil. Elevou o Choro à categoria erudita.




Mignone conseguiu a proeza de sintetizar a mais fina tradição europeia, fruto de sua ascendência italiana, com a mais autêntica brasilidade. Transitava com facilidade entre o universo erudito e o popular e frequentava a alta intelectualidade, tanto no Rio quanto em São Paulo. Além de grande compositor,era regente, arranjador, pianista, flautista, professor, acompanhador e escritor. Segundo o musicólogo Vasco Mariz, dominava o estilo afro como ninguém. Grande sinfonista, escreveu óperas, concertos com orquestra e músicas para grande orquestra.
 
 


FRANCISCO MIGNONE
 
 

 
 
MÚSICA NO MUSEU
 



Já Música no Museu comemorando 20 anos de suas atividades traz o registro de um projeto que realiza concertos gratuitos de norte a sul do Brasil e em cidades de países de todos os continentes levando a música e o musica brasileiro por exterior. Pioneiro em realizar concertos de janeiro a dezembro, já ganhou mais de 20 prêmios em sua trajetória.

 
Lançamento, também, do IX Concurso Jovens Músicos-Música no Museu: e se complementa na versão internacional com a apresentação da pianista Miriam Grosman na Biblioteca Joanina em Coimbra e do pianista José Carlos Vasconcellos em cidades de Portugal e Espanha em março.

ACESSE O SITE


tels: 22336711 e 99988-933

 

 
PROGRAMAÇÃO DE JANEIRO 2017
DO MÚSICA NO MUSEU
 
 
Dia 17 - Terça-Feira – 20:00h
Iate Clube do Rio de Janeiro
Av. Pasteur, s/no.
Capacidade: 150 lugares
Músico: Adriana Ballesté, violão.
Programa: Clássicos internacionais.
___________________________________
Dia 18 - Quarta-Feira – 12h30min.
CCBB
Rua 1º. de Março 66- Centro- 4º. Andar-sala 26
Capacidade: 90 lugares.
Músico: Erico Bomfim, piano.
Programa: Clássicos internacionais.
___________________________________
Dia 19 - Quinta-Feira – 18:00h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco no 241- Sala de Sessões- Centro
Capacidade: 82 lugares
Músico: Gabriel Lucena, violão
Programa: Luis Milan, Francisco Tarrega,
Fernando Sor, J.S. Bach.
___________________________________
Dia 20 - Sexta-Feira – 15:00h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco no 241- Centro
Capacidade: 141 lugares
Músico: Tiago Ramos piano
Programa: Tiago Ramos.
______________________________________
Dia 25 - Quarta-feira – 12h30min.
CCBB
Rua 1º. de Março 66- Centro- 4º. Andar-sala 26
Capacidade: 100 lugares
Músico: Aléfi Santos, piano.
Programa: Rossini, Liszt
Dia 31- Terça-Feira – 18:00h
Museu do Exército- Forte de Copacabana
Praça Coronel Eugenio Franco 1- Copacabana
Capacidade: 100 lugares..
Músico: Bhia Tabert - VOZ;
Jessica Berdet - VOZ E VIOLÃO.
Programa: Quando os rios se encontram.
 
 
 
 
 
 
 
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